Adevilson da Costa Duarte
Thiago Flores Penegondi
A visita fazia parte da cultura das gerações passadas, tinha o objetivo de aproximar as pessoas e fazia com que o sentimento entre os seres humanos fossem de cooperação, cordialidade, solidariedade, compaixão e de amor. E com isso eliminava o excesso de egoísmo e intolerância.
Nascemos para viver em sociedade, não podemos apenas dar importância por exemplo: ao meio ambiente, preferir a companhia de um cachorro ao invés de nosso semelhante, tirar a autonomia dos pais e professores de educarem seus filhos. E o Estado que tira a autonomia, não a assume. A criança sabe o que quer, mas não sabe o que é bom para ela.
A visita faz com que todos estes assuntos sejam discutidos e a sociedade crie um entendimento. Só se pode entender quando conversamos e paramos para ouvir. Ela possui tamanha importância em vários aspectos que esta sendo retomada no programa da saúde da família, do SUS.
A tecnologia estreitou fronteiras, em contra partida digitalizou e metalizou relações, criou síndromes e vícios. Não é raro encontrar pessoas de diferentes faixas etárias que preferem uma conversa via computador, que realizar uma visita ao amigo ou familiar.
Esta nova forma de se relacionar com certeza tem sua valia, porém ao gestor o saber interpretar o comportamento humano da melhor forma possível, será um diferencial decisivo no sucesso ou fracasso de sua atividade. Para ser um interprete de comportamento, não falamos de um guru ou algo parecido é preciso conviver, observar atentamente e interagir.
Uma forma extrovertida de exercitar tal habilidade é a visita. Visitar estreita relações, proporciona novos conhecimentos, amplia redes de relacionamento e consequentemente maximiza a possibilidade de sucesso pessoal e profissional. Vale ressaltar que é preciso saber conviver com criticas e não somente elogios.


